Câmbios

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Câmbio Traseiro Shimano Acera RD-M3000 9 Velocidades
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Câmbio Traseiro Shimano Alivio RD-M4000 9 Velocidades
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Câmbio Traseiro Shimano Altus RD-M2000 9 Velocidades
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Câmbio Traseiro Shimano Altus RD-M310L 7 e 8 Velocidades
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Câmbio Traseiro Shimano Deore RD-M6000 10 Velocidades
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Roldana para Câmbio Traseiro Shimano 11 Velocidades RD-M7000 - RD-U5000
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Roldana para Câmbio Traseiro Shimano 9 e 10 Velocidades
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Roldana para Câmbio Traseiro Shimano Deore - SLX RD-M593 10 Velocidades
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Haste Interna Câmbio Shimano XT - SLX 10 Velocidades
Haste Interna Câmbio Shimano XT - SLX 10 Velocidades
Indisponível

Câmbios e Peças de Reposição
 

Os câmbios tem função em auxiliar os ciclistas a otimizar seus pedais e adequar o quanto de força querem dispender durante seus treinos, passeios ou provas. Isso porque os sistemas de câmbios possuem adequações que se encaixam em qualquer perfil e necessidade. Existem diversos modelos de câmbios, tanto para o uso de maior duração ou em terrenos que exigem maior esforço físico ou para passeios em e fácil locomoção.

 

A história dos Câmbios
 

Em 1930 o sistema de Quick Release, inventado pela Campagnolo iniciou a corrida a favor de otimizar os tempos e facilitar a vida dos ciclistas nas situações mais difíceis. Simplificando o aparafusar das rodas, uma catraca de cada lado, permitia que fossem escolhida o que mais tarde seriam chamadas de marchas, mas o sistema já era muito similar ao atual, uma catraca pequena era responsável pela marcha pesada, enquanto a maior do outro lado servia como marcha leve. Quando c os ciclistas hegavam ao pé da montanha, eles tinham que desparafusar a roda, inverter e parafusar de novo para trocar de marcha. No final da subida, tinham que repetir o procedimento.

 

Cerca 10 anos depois, a própria Campagnolo desenvolveu o Câmbio Corsa, sistema que permitia a troca de marchas sem a necessidade de virar a roda. Muito parecido com a ideia dos câmbios atuais, mas com uma quantidade limitada de apenas 4 marchas. O sistema era bastante simples. Uma fina haste de metal girava uma peça que empurrava a corrente para a catraca superior ou inferior. O sistema tinha 4 marchas, pois as correntes da época eram muito grossas, o espaço entre as catracas tinha que ser de 1/8 de polegada. O que só permitia essa quantidade de marchas para os cubos de roda livre.

 

 

A nova era dos Câmbios
 

A partir da década de 50, os câmbios passaram por transformações estéticas e mais funcionais. Com sistemas de trocas mais rudimentares, as bicicletas possuíam poucas marchas, além de terem os trocadores posicionados quase sempre afastados das mãos dos ciclistas, tendo que tirar as mãos do guidão para a troca ser realizada. Apesar disso, o sistema da câmbio caiu no gosto popular e permitiu que trechos urbanos de maior dificuldade fossem encarados com maior facilidade. No decorrer dos anos, estudos mais aplicados demonstraram a interferência das relações de marchas e a performance a ser alcançada, permitindo que as novas modalidades de ciclismo também tivessem sistemas desenvolvidos com maior exclusividade, além de adequar as trocas de marcha para o mais próximo possível das mãos dos ciclistas, o que proporciona maior conforto e agilizando durante a troca das marchas.

 

A correta utilização dos Câmbios
 

A questão a ser respondida na verdade se refere à quando e como realizar trocar de marcha sem danificar os câmbios ou atrapalhar o ciclista. Muitos ciclistas iniciantes percebem da pior forma possível que deve ser realizada a troca de marcha com antecedência, afinal, chegar no início de uma subida e querer trocar a marcha para uma mais leve e não conseguir, na verdade não é um problema da bicicleta ou do sistema de câmbio. Conforme é realizada força no pedivela, as marchas trocam de forma mais leve e com encaixe mais rápido. Isso ocorre porque ao colocar muita força no sistema de transmissão,  a corrente fica com mais tensão e fica impossibilitada de passar de uma coroa para a outra ou ainda de um pinhão/cog para o outro. Nesses casos é muito importante que o ciclista saiba ler o percurso, prevendo os momentos de trocar de marcha, e por assim, evitar qualquer transtorno ou prejuízo, seja por danificar o equipamento ou por perda de posição em uma prova.

 

Para as mais diversas modalidades de ciclismo, os conjuntos de trnamissões possuem relações diferentes. Isso acontece porque as necessidades são muito diferentes. Bicicletas de estrada (speed) raramente possuem mais que 34 dentes no pinhão do cassete, já que quanto menor a quantidade de dentes, mais pesada a relação e consequentemente maior a velocidade desenvolvida. Já para o Mountain Bike, atualmente os cassetes podem ter até 50 dentes, permitindo encarar subidas muito mais pesadas com certa tranquilidade. Isso acontece porque as relações são inversas. Quanto mais dentes ou maior a coroa, mais força na frente é realizada, já no câmbio traseiro, ocorre o inverso, quanto mais dentes, mais leve a marcha fica, e, quantidades menores de dentes nos cogs, significam marchas mais pesadas

 

 

 

 

Etenda a diferença entre os Câmbios Dianteiro e Traseiro
 

Os câmbios dianteiros possuem a funcionalidade mais simplificada. Com apenas um guia para a corrente ser transportada entre as coroas, o câmbio conta comumente com no máximo 3 coroas, mas em muitas bicieltas de Mountain Bikes atuais, este câmbio acaba sendo eliminada para o uso de apenas uma coroa, aliviando peso, e fazendo com que o cassete tenha um aumento no numero de cogs, ajutando na performance do ciclista.

 

Os câmbios traseiros são responsáveis por realizar as trocas entre as marchas, esses pequenos sistemas são de simples funcionamento, mas de extrema importância. Para quem encara trilhas ou precisa de mais velocidade e performance, o câmbio traseiro precisa funcionar de forma rápida e precisa. Se o câmbio pular ou se a marcha enroscar, pode haver a perda de velocidade ou o desgaste prematuro do conjunto de transmissão.

 

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